Estudo na Austrália aponta aumento na população de tubarão-baleiaTema:Ecologia
Autor: Agência Fapesp
Data: 28/12/2007
Um gigante dos mares que chega a 20 metros de comprimento e 20 toneladas de peso. Mas as enormes dimensões não se traduziram em ferocidade, uma vez que o tubarão-baleia tem caráter pacífico, a ponto de ser conhecido como gigante gentil pelo caráter não predador.
Maior não apenas dos tubarões, mas de todos os peixes, o tubarão-baleia (Rhincodon typus) tem dentes pequenos e se alimenta de zooplâncton e pequenos peixes. Listada como rara e protegida por lei em alguns países, a espécie que habita águas tropicais no Atlântico oeste e Pacífico sul é pouco conhecida pela ciência.
O cientista marinho australiano Brad Norman, da Universidade Murdoch, tenta reverter a situação. Desde 1995, tem estudado e monitorado por meio de fotografias e sistemas computacionais de identificação de imagens o tubarão-baleia no recife de Ningaloo, no oeste da Austrália.
Uma das conclusões da pesquisa, que será publicada na edição de janeiro da revista Ecological Applications, é que a população encontrada no local está saudável e florescendo.
Norman contou com a ajuda de Jason Holmberg, da organização não governamental australiana Ecocean, especialmente interessada na preservação do tubarão-baleia, e de Zaven Arzoumanian, da Nasa, a agência espacial norte-americana, que adaptou um software desenvolvido para o Hubble para a interpretação das 5,1 mil fotos obtidas durante o período da pesquisa.
O programa de computador resultante permitiu que os cientistas identificassem os tubarões. Os padrões de listras e manchas na pele do animal foram armazenados e interpretados de modo semelhante às digitais em humanos para registrar cada um dos indivíduos.
Os pesquisadores descobriram que a população de tubarões-baleia no local tem crescido nos últimos anos. Verificaram também que dois terços dos exemplares eram visitantes freqüentes, enquanto o restante foi identificado uma única vez durante o período do estudo.
Segundo os autores, o estudo indica que as diretrizes de preservação empregadas pelas autoridades e instituições de ecoturismo em Ningaloo têm funcionado. “Adotar essas diretrizes em outros locais espalhados pelas rotas de migração é uma alternativa valiosa para a preservação da espécie”, disse Norman.
O tubarão-baleia representa uma importante fonte de renda para o setor de turismo de Ningaloo. Turistas pagam para mergulhar e nadar próximos dos gentis gigantes.
Apesar da boa notícia na costa australiana, os pesquisadores destacam que o mesmo não tem ocorrido em outras regiões, especialmente em áreas em que o tubarão-baleia continua a ser caçado por conta de sua carne e barbatanas.
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domingo, 22 de janeiro de 2012
ecologia no Brasil
O desenvolvimento da ecologia no Brasil
Rogério Parentoni MARTINS*, **, Carlos Araújo LIMA*, ***
RESUMO
Para o desenvolvimento da ecologia no país é necessário considerar quatro problemas fundamentais: 1. A
restrita contribuição dos ecólogos brasileiros para desenvolvimento teórico da ecologia; 2. As dificuldades
que os integrantes dos programas de pós-graduação têm em reconhecer a identidade intelectual da ecologia
e desenhar os contornos que definem sua abrangência; 3. Envolvimento de profissionais sem formação
ecológica específica, por exemplo, engenheiros sanitários, agrônomos e florestais, arquitetos, sociólogos
e pedagogos em práticas ambientais, muitas vezes exercendo atividades no âmbito da competência de
ecólogos, mas ignorando conhecimentos ecológicos fundamentais para as soluções que propõem; 4. Por
isso mesmo, os ecólogos devem entender não só a necessidade de uma abordagem interdisciplinar dos
problemas ambientais, mas também identificar e diferenciar o papel efetivo da teoria ecológica na construção
e aplicação do conhecimento interdisciplinar.
Palavras - chave: Desenvolvimento da ecologia, Interdisciplinaridade, Teoria ecológica
ABSTRACT
Four shortcomings prevent the improvement of ecology in Brazil: 1. Brazilian ecologists are not contributing
significativelly to theoretical ecology; 2. Members and students of gratuate programs in ecology have
difficulties to recognize the identity of ecology; 3. Non-ecologists working on environmental problems
lack fundamental knowledge in ecology; 4. Ecologists do not recognize interdisciplinarity as essencial to
solve environmental problems.
Key-words: Ecology improvement, Interdisciplinarity, Ecology Theory
* Representantes da Área de Ecologia e Meio Ambiente da CAPES.
** Laboratório de Ecologia e Comportamento de Insetos, Departamento de Biologia geral, ICB-UFMG, Cx. Postal, 486, 30.161-970,
Belo Horizonte, MG, e-mail:wasp@mono.icb.ufmg.br.
*** Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Cx. Postal 478, 69 011-970, Manaus, AM.
Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 1, p. 83-86, jan./jun. 2000. Editora da UFPR 83
84 Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 1, p. 83-86, jan./jun. 2000. Editora da UFPR
MARTINS, R. P. O desenvolvimento da ecologia no Brasil
Introdução
Há quatro problemas fundamentais a serem enfrentados
pelos pesquisadores e professores de ecologia: 1.
A restrita contribuição dos ecólogos brasileiros para desenvolvimento
teórico da ecologia; 2. Em parte como
um resultado do primeiro problema, as dificuldades que
os integrantes dos programas de pós-graduação têm em
reconhecer a identidade intelectual da ecologia
(Coutinho, 1996) e de conseqüentemente desenhar os
contornos que definem sua abrangência; 3.
Envolvimento de profissionais sem formação ecológica,
por exemplo, engenheiros sanitários, agrônomos e florestais,
arquitetos, sociólogos e pedagogos em projetos
ambientais, muitas vezes exercendo atividades no âmbito
de nossa competência ou ignorando aspectos ecológicos
fundamentais nas soluções que propõem. Isso
ocorre por que os ecólogos têm dificuldades em reconhecer
e definir a identidade intelectual da disciplina e
porque aqueles profissionais estão rapidamente incorporando,
à revelia, a “ecologia ou meio ambiente” como
escopo de suas atividades profissionais; 4. Por isso
mesmo, os ecólogos devem entender não só a necessidade
de uma abordagem interdisciplinar dos problemas
ambientais, mas também identificar e diferenciar o papel
efetivo da teoria ecológica na sua construção e aplicação.
Discussões de tais problemas fundamentais deveriam
ocorrer periodicamente como uma atividade dos
cursos de pós-graduação. Mas, ao contrário, são geralmente
relegadas a segundo plano, em virtude das prioridades
estabelecidas, em parte, pela estrutura das universidades
e institutos de pesquisa e também pela falta de
interesse de participação por parte dos pesquisadores que
são excessivamente especializados.
Para que as futuras gerações de ecólogos possam
associar o valor dessas discussões com o desenvolvimento,
maturidade e credibilidade da ecologia no Brasil,
cabe-nos a tarefa de incluí-las na pauta de discussões
prioritárias dos programas de pós-graduação. Deste
modo, os jovens aspirantes a ecólogos se sentirão estimulados,
cada vez mais, a identificar e ultrapassar as
limitações que dificultam o desenvolvimento da ecologia
brasileira e sua credibilidade como um instrumento
de desenvolvimento econômico e social do país.
Os quatro
Rogério Parentoni MARTINS*, **, Carlos Araújo LIMA*, ***
RESUMO
Para o desenvolvimento da ecologia no país é necessário considerar quatro problemas fundamentais: 1. A
restrita contribuição dos ecólogos brasileiros para desenvolvimento teórico da ecologia; 2. As dificuldades
que os integrantes dos programas de pós-graduação têm em reconhecer a identidade intelectual da ecologia
e desenhar os contornos que definem sua abrangência; 3. Envolvimento de profissionais sem formação
ecológica específica, por exemplo, engenheiros sanitários, agrônomos e florestais, arquitetos, sociólogos
e pedagogos em práticas ambientais, muitas vezes exercendo atividades no âmbito da competência de
ecólogos, mas ignorando conhecimentos ecológicos fundamentais para as soluções que propõem; 4. Por
isso mesmo, os ecólogos devem entender não só a necessidade de uma abordagem interdisciplinar dos
problemas ambientais, mas também identificar e diferenciar o papel efetivo da teoria ecológica na construção
e aplicação do conhecimento interdisciplinar.
Palavras - chave: Desenvolvimento da ecologia, Interdisciplinaridade, Teoria ecológica
ABSTRACT
Four shortcomings prevent the improvement of ecology in Brazil: 1. Brazilian ecologists are not contributing
significativelly to theoretical ecology; 2. Members and students of gratuate programs in ecology have
difficulties to recognize the identity of ecology; 3. Non-ecologists working on environmental problems
lack fundamental knowledge in ecology; 4. Ecologists do not recognize interdisciplinarity as essencial to
solve environmental problems.
Key-words: Ecology improvement, Interdisciplinarity, Ecology Theory
* Representantes da Área de Ecologia e Meio Ambiente da CAPES.
** Laboratório de Ecologia e Comportamento de Insetos, Departamento de Biologia geral, ICB-UFMG, Cx. Postal, 486, 30.161-970,
Belo Horizonte, MG, e-mail:wasp@mono.icb.ufmg.br.
*** Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Cx. Postal 478, 69 011-970, Manaus, AM.
Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 1, p. 83-86, jan./jun. 2000. Editora da UFPR 83
84 Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 1, p. 83-86, jan./jun. 2000. Editora da UFPR
MARTINS, R. P. O desenvolvimento da ecologia no Brasil
Introdução
Há quatro problemas fundamentais a serem enfrentados
pelos pesquisadores e professores de ecologia: 1.
A restrita contribuição dos ecólogos brasileiros para desenvolvimento
teórico da ecologia; 2. Em parte como
um resultado do primeiro problema, as dificuldades que
os integrantes dos programas de pós-graduação têm em
reconhecer a identidade intelectual da ecologia
(Coutinho, 1996) e de conseqüentemente desenhar os
contornos que definem sua abrangência; 3.
Envolvimento de profissionais sem formação ecológica,
por exemplo, engenheiros sanitários, agrônomos e florestais,
arquitetos, sociólogos e pedagogos em projetos
ambientais, muitas vezes exercendo atividades no âmbito
de nossa competência ou ignorando aspectos ecológicos
fundamentais nas soluções que propõem. Isso
ocorre por que os ecólogos têm dificuldades em reconhecer
e definir a identidade intelectual da disciplina e
porque aqueles profissionais estão rapidamente incorporando,
à revelia, a “ecologia ou meio ambiente” como
escopo de suas atividades profissionais; 4. Por isso
mesmo, os ecólogos devem entender não só a necessidade
de uma abordagem interdisciplinar dos problemas
ambientais, mas também identificar e diferenciar o papel
efetivo da teoria ecológica na sua construção e aplicação.
Discussões de tais problemas fundamentais deveriam
ocorrer periodicamente como uma atividade dos
cursos de pós-graduação. Mas, ao contrário, são geralmente
relegadas a segundo plano, em virtude das prioridades
estabelecidas, em parte, pela estrutura das universidades
e institutos de pesquisa e também pela falta de
interesse de participação por parte dos pesquisadores que
são excessivamente especializados.
Para que as futuras gerações de ecólogos possam
associar o valor dessas discussões com o desenvolvimento,
maturidade e credibilidade da ecologia no Brasil,
cabe-nos a tarefa de incluí-las na pauta de discussões
prioritárias dos programas de pós-graduação. Deste
modo, os jovens aspirantes a ecólogos se sentirão estimulados,
cada vez mais, a identificar e ultrapassar as
limitações que dificultam o desenvolvimento da ecologia
brasileira e sua credibilidade como um instrumento
de desenvolvimento econômico e social do país.
Os quatro
53 atitudes sustentáveis
Atitudes Sustentáveis
53 DICAS PRÁTICAS PARA VOCÊ ECONOMIZAR ENERGIA *
*E PROTEGER O PLANETA*
Vale a pena lembrar !
Cada um faz sua parte independente de que o outro faça a dele …
*1. Tampe suas panelas enquanto cozinha
*Parece óbvio, não é? E é mesmo!
Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que
simplesmente se perderia no ar.
*2. Use uma garrafa térmica com água gelada
*Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros.
Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã.
Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda
vez que alguém quiser beber um copo de água.
*3. Aprenda a cozinhar em panela de pressão
*Acredite… dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz,
macarrão, carne, peixe, etc… Muito mais rápido e economizando 70% de gás.
*4. Cozinhe com fogo mínimo
*Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: Não adianta,
por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa,
pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto,
você vai é queimar sua comida.
*5. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só
vez
*Evite o o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma
cebola, uma cenoura, etc…
*6. Coma menos carne vermelha (na verdade não coma)
*A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não
é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de
alguma fazenda/criaçã o de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável,
poluente, e megafedorento. Além disso, a produção de carne vermelha
demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para
produzir 1 kg de carne vermelha são necessários 200 litros de água
potável.
O mesmo kg de frango só consome 10 litros.
*7. Não troque o seu celular
*Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer zé
mané tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se
importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando
perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o
custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando- a a
postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas
utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas
baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando
mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até
o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada
baratos.
*8.Compre um ventilador de teto
*Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado.
Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o
ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma
boa idéia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de
teto.
*9. Use somente pilhas e baterias recarregáveis
*É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com
muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.
*10. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado
*Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na
atmosfera por ano.
*11.Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes
*Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente.
Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.
*
12. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético
*Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou
Energy Star (no caso de importados).
*13. Não deixe seus aparelhos em standby
*Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um
eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40%
da energia consumida quando ele está em uso.
*14. Mude sua geladeira ou freezer de lugar
*Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para
compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15 cm
das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e tênis para
secar atrás deles então, nem pensar!
*15.Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias
*O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que
gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de
aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais
antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.
*16. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias
*Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os
modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário
usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já
resolve.
*17. Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem
limpas
*As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo
muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais
energia elétrica.
*18. Tome banho de chuveiro
*E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes
mais energia e água que um chuveiro.
*19. Use menos água quente
*Aquecer água consome muita energia.
Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.
*20. Pendure, em vez de usar a secadora
*Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as
roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.
*21. Nunca é demais lembrar: Recicle, Recicle, no trabalho e em casa.
*Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto
de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o
material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais)
e dobrado (papel).
*
22.Faça compostagem
*Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo
orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o
problema, você terá um jardim saudável e bonito.
*
23. Reduza o uso de embalagens
*Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos
naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao
máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.
*24. Compre papel reciclado
*Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel
comum, e poupa nossas florestas.
*25. Utilize uma sacola para as compras
*Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do
meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na
atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado,
leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.
*26. Plante uma árvore
*Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante
árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica
ou Iniciativa Verde.
*27.Compre alimentos produzidos na sua região
*Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento
da sua comunidade, bairro ou cidade.
*
28. Compre alimentos frescos ao invés de congelados
*Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para
ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.
*29. Compre orgânicos
*Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda
ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar
agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e
ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura
“tradicional” ? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica,
cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da
atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços
possam cair com o tempo.
*30. Ande menos de carro
*Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo
(bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana,
deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.
*31. Deixe o bagageiro vazio em cima do carro
*Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um
bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e
aumento da resistência do ar.
*32. Mantenha seu carro regulado
*Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis
meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados
poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos
mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.
*33. Lave o carro a seco
*Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do
que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada
lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do
shopping.
*34. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
*Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não,
existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é
reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de
motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico
anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para
ficar parados nos congestionamentos.
*35. Use o telefone ou a Internet
*A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais
teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o
telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom
dinheiro e poupar a atmosfera.
*36. Voe menos, reúna-se por videoconferência
*Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais. E
deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.
*37. Economize CDs e DVDs
*CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que
um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele
volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias
regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou
partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem
ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.
*38. Proteja as florestas
*Por anos os ambientalistas foram vistos como “eco-chatos” . Mas em tempos
de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que
nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a
quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.
*
39. Considere o impacto de seus investimentos
*O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece
quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da
sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das
empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o
seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio
ambiente.
*40. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata
*Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza,
todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus
consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas
ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações
concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove,
mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que
eles estão colaborando tanto assim?
*41. Desligue o computador
*Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da
empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes
simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar
mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.
*42. Considere trocar seu monitor
*O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor.
Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão
ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a
instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.
*43. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do
expediente
*Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que
equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final
do expediente a temperatura começa a ser mais amena.
*44. Não permita que as crianças brinquem com água
*Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de
brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada
idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais
precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem
com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.
*
45. No hotel, economize toalhas e lençóis
*Use o bom senso… Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia?
Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as
toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma
vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençóis, a
não ser que você faça xixi na cama…
*46. Participe de ações virtuais
*A Internet é uma arma poderosa na conscientizaçã o e mobilização das
pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda
dos internautas. Informe-se e aja!
*47. Instale uma válvula na sua descarga
*Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso
sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!
*48. Não peça comida para viagem
*Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e
curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as
embalagens de plástico e isopor utilizadas.
*
49. Regue as plantas à noite
*Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se
perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas
plantas.
*50. Frequente restaurantes naturais/orgâ nicos
*Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme
de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas
cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores
que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de
produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao
meio-ambiente.
*51. Vá de escada
*Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de
fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.
*
52. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes
*Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em
sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus
interesses – e de todo o planeta – sejam atendidos.
*53. Divulgue essa lista!
Envie essa lista de dicas por e-mail para seus amigos, divulgue o link do
post no seu blog ou orkut, reproduza-a livremente, e, quando possível, cite
a fonte. O Mude o Mundo agradece, e o planeta também!
Para cada tonelada de papel reciclada poupam-se 20 árvores e 70% de energia
e água usadas na sua fabricação. *
.
**
*Daniel Cassiano Lima*
Biólogo (CRBio 27587/5-D)
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GostoSeja o primeiro a gostar disso post. 18 18UTC junho 18UTC 2008 - Publicado por amandabarral
AÇÃO DIRETA, Saber e fazer
atitudes sustentáveis, composteira, consumo consciente, economizar energias, hábitos do dia-a-dia, reciclar, reduzir, resíduos orgânicos e inorgânicos
10 Comentários »
1.Muito, muito bom! Obrigada!
Comentário por Danielle
3 03UTC fevereiro 03UTC 2009
2.Maravilhosas dicas, parabéns
Comentário por priscila
9 09UTC fevereiro 09UTC 2009
3.Nossa realmente eh muito bom
tem algumas dicas q eu nem sabia
Comentário por Kaka
18 18UTC abril 18UTC 2009
4.Legal, só uma informação não está correta…
53 DICAS PRÁTICAS PARA VOCÊ ECONOMIZAR ENERGIA *
*E PROTEGER O PLANETA*
Vale a pena lembrar !
Cada um faz sua parte independente de que o outro faça a dele …
*1. Tampe suas panelas enquanto cozinha
*Parece óbvio, não é? E é mesmo!
Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que
simplesmente se perderia no ar.
*2. Use uma garrafa térmica com água gelada
*Compre daquelas garrafas térmicas de acampamento, de 2 ou 5 litros.
Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã.
Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda
vez que alguém quiser beber um copo de água.
*3. Aprenda a cozinhar em panela de pressão
*Acredite… dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: Feijão, arroz,
macarrão, carne, peixe, etc… Muito mais rápido e economizando 70% de gás.
*4. Cozinhe com fogo mínimo
*Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: Não adianta,
por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa,
pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto,
você vai é queimar sua comida.
*5. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só
vez
*Evite o o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma
cebola, uma cenoura, etc…
*6. Coma menos carne vermelha (na verdade não coma)
*A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Não
é piada. Você já sentiu aquele cheiro pavoroso quando você se aproximou de
alguma fazenda/criaçã o de gado? Pois é: É metano, um gás inflamável,
poluente, e megafedorento. Além disso, a produção de carne vermelha
demanda uma quantidade enorme de água. Para você ter uma idéia: Para
produzir 1 kg de carne vermelha são necessários 200 litros de água
potável.
O mesmo kg de frango só consome 10 litros.
*7. Não troque o seu celular
*Já foi tempo que celular era sinal de status. Hoje em dia qualquer zé
mané tem. Trocar por um mais moderno para tirar onda? Ninguém se
importa. Fique com o antigo pelo menos enquanto estiver funcionando
perfeitamente ou em bom estado. Se o problema é a bateria, considere o
custo/benefício trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando- a a
postos de coleta. Celulares trouxeram muita comodidade à nossa vida, mas
utilizam de derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas
baterias. Além disso, na maioria das vezes sua produção é feita utilizando
mão de obra barata em países em desenvolvimento. Utilize seus gadgets até
o final da vida útil deles, lembre-se de que eles certamente não foram nada
baratos.
*8.Compre um ventilador de teto
*Nem sempre faz calor suficiente pra ser preciso ligar o ar condicionado.
Na maioria das vezes um ventilador de teto é o ideal para refrescar o
ambiente gastando 90% menos energia. Combinar o uso dos dois também é uma
boa idéia. Regule seu ar condicionado para o mínimo e ligue o ventilador de
teto.
*9. Use somente pilhas e baterias recarregáveis
*É certo que são caras, mas ao uso em médio e longo prazo elas se pagam com
muito lucro. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.
*10. Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado
*Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na
atmosfera por ano.
*11.Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes
*Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente.
Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.
*
12. Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético
*Procure por aparelhos com o selo do Procel (no caso de nacionais) ou
Energy Star (no caso de importados).
*13. Não deixe seus aparelhos em standby
*Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um
eletrodoméstico. A função de standby de um aparelho usa cerca de 15% a 40%
da energia consumida quando ele está em uso.
*14. Mude sua geladeira ou freezer de lugar
*Ao colocá-los próximos ao fogão, eles utilizam muito mais energia para
compensar o ganho de temperatura. Mantenha-os afastados pelos menos 15 cm
das paredes para evitar o superaquecimento. Colocar roupas e tênis para
secar atrás deles então, nem pensar!
*15.Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias
*O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que
gaste mais energia para compensar. Se for o caso, considere trocar de
aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais
antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.
*16. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias
*Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os
modos de menor consumo de água. Se você usa lava-louças, não é necessário
usar água quente para pratos e talheres pouco sujos. Só o detergente já
resolve.
*17. Retire imediatamente as roupas da máquina de lavar quando estiverem
limpas
*As roupas esquecidas na máquina de lavar ficam muito amassadas, exigindo
muito mais trabalho e tempo para passar e consumindo assim muito mais
energia elétrica.
*18. Tome banho de chuveiro
*E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes
mais energia e água que um chuveiro.
*19. Use menos água quente
*Aquecer água consome muita energia.
Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.
*20. Pendure, em vez de usar a secadora
*Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as
roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.
*21. Nunca é demais lembrar: Recicle, Recicle, no trabalho e em casa.
*Se a sua cidade ou bairro não tem coleta seletiva, leve o lixo até um posto
de coleta. Existem vários na rede Pão de Açúcar. Lembre-se de que o
material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais)
e dobrado (papel).
*
22.Faça compostagem
*Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo
orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o
problema, você terá um jardim saudável e bonito.
*
23. Reduza o uso de embalagens
*Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos
naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao
máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.
*24. Compre papel reciclado
*Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel
comum, e poupa nossas florestas.
*25. Utilize uma sacola para as compras
*Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do
meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na
atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado,
leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.
*26. Plante uma árvore
*Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante
árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica
ou Iniciativa Verde.
*27.Compre alimentos produzidos na sua região
*Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento
da sua comunidade, bairro ou cidade.
*
28. Compre alimentos frescos ao invés de congelados
*Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para
ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.
*29. Compre orgânicos
*Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda
ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar
agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e
ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura
“tradicional” ? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica,
cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da
atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços
possam cair com o tempo.
*30. Ande menos de carro
*Use menos o carro e mais o transporte coletivo (ônibus, metrô) ou o limpo
(bicicleta ou a pé). Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana,
deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.
*31. Deixe o bagageiro vazio em cima do carro
*Qualquer peso extra no carro causa aumento no consumo de combustível. Um
bagageiro vazio gasta 10% a mais de combustível, devido ao seu peso e
aumento da resistência do ar.
*32. Mantenha seu carro regulado
*Calibre os pneus a cada 15 dias e faça uma revisão completa a cada seis
meses, ou de acordo com a recomendação do fabricante. Carros regulados
poluem menos. A manutenção correta de apenas 1% da frota de veículos
mundial representa meia tonelada de gás carbônico a menos na atmosfera.
*33. Lave o carro a seco
*Existem diversas opções de lavagem sem água, algumas até mais baratas do
que a lavagem tradicional, que desperdiça centenas de litros a cada
lavagem. Procure no seu posto de gasolina ou no estacionamento do
shopping.
*34. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente
*Apesar da dúvida sobre o álcool ser menos poluente que a gasolina ou não,
existem indícios de que parte do gás carbônico emitido pela sua queima é
reabsorvida pela própria cana de açúcar plantada. Carros menores e de
motor 1.0 poluem menos. Em cidades como São Paulo, onde no horário de pico
anda-se a 10km/h, não faz muito sentido ter carros grandes e potentes para
ficar parados nos congestionamentos.
*35. Use o telefone ou a Internet
*A quantas reuniões de 15 minutos você já compareceu esse ano, para as quais
teve que dirigir por quase uma hora para ir e outra para voltar? Usar o
telefone ou skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom
dinheiro e poupar a atmosfera.
*36. Voe menos, reúna-se por videoconferência
*Reuniões por videoconferência são tão efetivas quanto as presenciais. E
deixar de pegar um avião faz uma diferença significativa para a atmosfera.
*37. Economize CDs e DVDs
*CDs e DVDs sem dúvida são mídias eficientes e baratas, mas você sabia que
um CD leva cerca de 450 anos para se decompor e que, ao ser incinerado, ele
volta como chuva ácida (como a maioria dos plásticos)? Utilize mídias
regraváveis, como CD-RWs, drives USB ou mesmo e-mail ou FTP para carregar ou
partilhar seus arquivos. Hoje em dia, são poucos arquivos que não podem
ser disponibilizados virtualmente ao invés de em mídias físicas.
*38. Proteja as florestas
*Por anos os ambientalistas foram vistos como “eco-chatos” . Mas em tempos
de aquecimento global, as árvores precisam de mais defensores do que
nunca. O papel delas no aquecimento global é crítico, pois mantém a
quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.
*
39. Considere o impacto de seus investimentos
*O dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece
quando ele é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da
sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das
empresas em que investem o dinheiro dos seus clientes. Informe-se com o
seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio
ambiente.
*40. Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata
*Seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza,
todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus
consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas
ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações
concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove,
mas também a sua margem de lucro alardeada todos os anos. Será mesmo que
eles estão colaborando tanto assim?
*41. Desligue o computador
*Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da
empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, às vezes
simplesmente por comodidade. Desligue o computador sempre que for ficar
mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.
*42. Considere trocar seu monitor
*O maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor.
Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão
ficando cada vez mais baratos. O que fazer com o antigo? Doe a
instituições como o Comitê para a Democratização da Informática.
*43. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do
expediente
*Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que
equivale a quase um mês de economia no final do ano. Além disso, no final
do expediente a temperatura começa a ser mais amena.
*44. Não permita que as crianças brinquem com água
*Banho de mangueira, guerrinha de balões de água e toda sorte de
brincadeiras com água são sem dúvida divertidas, mas passam a equivocada
idéia de que a água é um recurso infinito, justamente para aqueles que mais
precisam de orientação, as crianças. Não deixe que seus filhos brinquem
com água, ensine a eles o valor desse bem tão precioso.
*
45. No hotel, economize toalhas e lençóis
*Use o bom senso… Você realmente precisa de uma toalha nova todo dia?
Você é tão imundo assim? Em hotéis, o hóspede tem a opção de não ter as
toalhas trocadas diariamente, para economizar água e energia. Trocar uma
vez a cada 3 dias já está de bom tamanho. O mesmo vale para os lençóis, a
não ser que você faça xixi na cama…
*46. Participe de ações virtuais
*A Internet é uma arma poderosa na conscientizaçã o e mobilização das
pessoas. Um exemplo é o site ClickÁrvore, que planta árvores com a ajuda
dos internautas. Informe-se e aja!
*47. Instale uma válvula na sua descarga
*Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso
sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!
*48. Não peça comida para viagem
*Se você já foi até o restaurante ou à lanchonete, que tal sentar um pouco e
curtir sua comida ao invés de pedir para viagem? Assim você economiza as
embalagens de plástico e isopor utilizadas.
*
49. Regue as plantas à noite
*Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se
perca na evaporação, e também evita choques térmicos que podem agredir suas
plantas.
*50. Frequente restaurantes naturais/orgâ nicos
*Com o aumento da consciência para a preservação ambiental, uma gama enorme
de restaurantes naturais, orgânicos e vegetarianos está se espalhando pelas
cidades. Ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores
que essa onda verde está trazendo e assim estará incentivando o mercado de
produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao
meio-ambiente.
*51. Vá de escada
*Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de
fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.
*
52. Faça sua voz ser ouvida pelos seus representantes
*Use a Internet, cartas ou telefone para falar com os seus representantes em
sua cidade, estado e país. Mobilize-se e certifique-se de que os seus
interesses – e de todo o planeta – sejam atendidos.
*53. Divulgue essa lista!
Envie essa lista de dicas por e-mail para seus amigos, divulgue o link do
post no seu blog ou orkut, reproduza-a livremente, e, quando possível, cite
a fonte. O Mude o Mundo agradece, e o planeta também!
Para cada tonelada de papel reciclada poupam-se 20 árvores e 70% de energia
e água usadas na sua fabricação. *
.
**
*Daniel Cassiano Lima*
Biólogo (CRBio 27587/5-D)
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GostoSeja o primeiro a gostar disso post. 18 18UTC junho 18UTC 2008 - Publicado por amandabarral
AÇÃO DIRETA, Saber e fazer
atitudes sustentáveis, composteira, consumo consciente, economizar energias, hábitos do dia-a-dia, reciclar, reduzir, resíduos orgânicos e inorgânicos
10 Comentários »
1.Muito, muito bom! Obrigada!
Comentário por Danielle
3 03UTC fevereiro 03UTC 2009
2.Maravilhosas dicas, parabéns
Comentário por priscila
9 09UTC fevereiro 09UTC 2009
3.Nossa realmente eh muito bom
tem algumas dicas q eu nem sabia
Comentário por Kaka
18 18UTC abril 18UTC 2009
4.Legal, só uma informação não está correta…
lixo eletronico
Este blog tem por objetivo agregar referências e informações sobre a questão do Lixo Eletrônico no Brasil e no mundo. Partimos de um estudo sobre o assunto (disponível aqui) e queremos incentivar conversações relacionadas. Se quiser colaborar, entre em contato. Mais informações sobre este site. arte brasil china legislação metareciclagem pnrs reciclagem relac resíduos sólidos video
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O ciclo do Lixo Eletrônico - 2. Descarte e reuso
Uma vez encerrada a etapa inicial de consumo e uso de eletrônicos, ou seja, depois que a pessoa ou organização que comprou determinado equipamento já o usou ao máximo, ainda existe uma série de alternativas antes do efetivo descarte para a reciclagem. Esta parte do texto tem uma grande influência de idéias gradualmente elaboradas dentro do âmbito da Rede MetaReciclagem, mas até hoje não implementadas por diversos motivos. Nesse sentido, é muito mais uma hipótese a ser testada do que uma recomendação prática, e conta com a imprecisão de ser uma história contada por um de seus participantes. Como nas outras partes, aguardo críticas e sugestões. O foco principal aqui é estender a vida útil principalmente de computadores junto com projetos sociais, mas é possível pensar em adaptações dessas propostas para celulares e outros equipamentos.
A rede MetaReciclagem
A sociedade do excesso é também a sociedade do desperdício. A cada ano, entre os milhões de equipamentos eletrônicos que vão para o lixo, literalmente se joga fora a oportunidade de ajudar muita gente. Essa foi uma das influências para a criação da rede MetaReciclagem, e é também a motivação por trás de diversos projetos cujo foco é a reutilização de eletrônicos.
A idéia da MetaReciclagem surgiu na rede, como um dos projetos do Projeto Metá:Fora, em 2002. Depois de debater por algum tempo a idéia de receber doações de computadores usados e remanufaturá-los usando software livre, passamos a contar com o apoio do Agente Cidadão, uma ONG de São Paulo que fazia a coleta, armazenamento e redistribuição de qualquer tipo de doação material (roupas, livros, móveis, e também eletrônicos) para associações comunitárias e outros projetos. Em 2003, houve alguma repercussão da MetaReciclagem na imprensa, e passamos a receber um fluxo quase constante de doações. O Agente Cidadão nos cedeu um espaço - que chamávamos de Galpão - e conseguimos arregimentar um grupo de voluntários que freqüentava o espaço a cada semana. A partir de lá, começamos a construir parcerias com diferentes projetos, e logo percebemos que o que estávamos propondo ia muito além do aspecto operacional da coisa - logística, tratamento e redistribuição. No processo de mobilizar pessoas para colaborar, fazer a triagem e a remanufatura dos computadores e por fim direcioná-los acabamos aprendendo muito sobre os diversos processos envolvidos.
Uma questão fundamental que a MetaReciclagem já tocava naquela época era a questão do aprendizado relacionado à apropriação crítica das tecnologias, incentivando a curiosidade sobre o funcionamento interno das máquinas, quebrando a verdadeiro medo que as pessoas têm de manipular a tecnologia - tomá-la nas mãos, entender as elementaridades dela e propor novas combinações. Uma metáfora bastante significativa nesse sentido é o monolito negro do filme 2001 - Uma odisséia no espaço. Enquanto as pessoas tratarem a tecnologia como uma coisa fechada, cujo funcionamento é misterioso - quase mágico, no mau sentido -, estamos longe de conseguir criar um processo efetivo de apropriação dela.
Com o tempo, tivemos a oportunidade de experimentar diferentes arranjos relacionados ao ciclo do reaproveitamento de eletrônicos: montamos outro laboratório de MetaReciclagem no Parque Escola de Santo André, cuja proposta é ser um espaço em que tudo é reciclado. Nessa época, se aproximou da MetaReciclagem o artista plástico Glauco Paiva, que propôs um nível ainda maior de apropriação com a pintura dos gabinetes dos computadores, e com a montagem de instalações em que ora as peças de um computador eram usadas para outros fins, ora o computador era montado com peças que não faziam parte do universo da informática: cadeiras, latões de lixo e outros. Foi também em Santo André que o Dalton conseguiu fazer pela primeira vez um processo em que integrantes de diferentes cooperativas da cidade vinham ao Parque, aprendiam a montar e usar computadores com GNU/Linux, e ao fim do processo levavam os computadores que haviam montado.
O projeto de MetaReciclagem em Santo André foi encerrado por motivos alheios à nossa vontade, justamente numa fase em que estávamos planejando um ciclo em que cooperativas de catadores de lixo separariam os eletrônicos que encontrassem para direcionar para uma cooperativa de montagem de computadores, que trataria de direcionar as máquinas prontas para diferentes projetos sociais. As peças que não pudessem ser mais recuperadas seriam vendidas para uma das (poucas) empresas que fazem o processo ambientalmente adequado de reciclagem. Tivemos reuniões com o pessoal do Agente Cidadão, que tomaria conta da logística, e de diferentes ONGs e empresas. Podia ter dado certo naquele contexto, mas não estávamos com uma estrutura sustentável de desenvolvimento e ficamos reféns do cenário político local.
Enquanto isso, a MetaReciclagem assumia duas características que a transformariam profundamente. Assumia uma natureza sócio-cultural junto com a questão técnica - o que nos unia não era a mera questão de remanufaturar computadores, mas as diversas possibilidades criativas que acompanhavam o processo de desconstruir e reconstruir as máquinas, usando o software livre como desafio e aprendizado. E desenvolvia-se cada vez mais como rede distribuída e livremente replicável - projetos auto-gestionados e integrados à rede eram criados no Rio de Janeiro, em Arraial d'Ajuda, em Manaus e outras partes. Desenvolvemos uma nomenclatura para definir três níveis de interação: os esporos, laboratórios de referência; as conecTAZes, qualquer mobilização de pessoas para utilizar tecnologia "metareciclada"; e a infralógica, uma camada de ambientes online que serviam para integrar as pessoas e projetos. De certa forma, passava também a tratar da naturalização do conhecimento técnico não como algo alheio ao cotidiano, mas buscando o diálogo com características tipicamente brasileiras como a criatividade e sociabilidade cotidianas, presentes em fenômenos populares como as gambiarras e os mutirões.
Na seqüência disso tudo, alguns de nós começamos a auxiliar na elaboração e implementação de políticas públicas relacionadas à inclusão digital, o que gerou resultados bastante interessantes mas teve como efeito colateral baixar a prioridade do desenvolvimento autônomo da MetaReciclagem. Ao longo dessa época, a integração entre os diferentes projetos foi muitas vezes deixada de lado, face a demandas muito mais urgentes do dia a dia. De qualquer forma, hoje o universo da MetaReciclagem envolve algumas centenas (ou milhares?) de pessoas espalhadas por todo o Brasil. E uma coisa permanece: toda semana chegam mensagens de pessoas que têm equipamentos parados e não sabem o que fazer com eles. Um dos caminhos possíveis para a MetaReciclagem agora é retomar o projeto do ciclo completo que tentamos implementar em Santo André, adicionado de uma estratégia de logística distribuída. Abaixo, eu tento esboçar algumas anotações no sentido de construir uma proposta para fazer frente a essa demanda.
Logística Distribuída
Mesmo com a relativamente pequena quantidade de ações voltadas à sensibilização e conscientização acerca dos benefícios de encaminhar eletrônicos para doação, muitas pessoas já procuram orientação sobre como fazê-lo. Na outra ponta, existem diversas organizações e projetos que poderiam se beneficiar desse tipo de recurso. O que falta é exatamente o meio do caminho: um intermediário que retire as doações, organize-as e entregue para quem precisa. Essa era uma das maiores preocupações do saudoso Adilson Tavares, do Agente Cidadão. Por algum tempo, chegamos a pensar que a MetaReciclagem poderia liderar esse tipo de ação, mas levando em conta a escala em potencial desse tipo de ação, é possível também imaginar um sistema de agenciamento online, independente e geo-referenciado, que permita o cadastro de doadores, intermediários e destinações possíveis. Seria necessário acrescentar um mecanismo de reputação e negociação, de maneira que pessoas e organizações que fizeram doações pudessem verificar o que foi feito com elas, e com isso servir de apoio para o agenciamento de novas doações. Poderia funcionar como uma espécie de feira online, nas bases de sistemas de leilões como o mercado livre, mas sem o aspecto financeiro. Outra idéia presente no Mercado Livre é que a logística é negociada a cada transação: o sistema pode oferecer diversas possibilidades, desde os correios até o eventual agenciamento de pessoas dispostas a dar "uma carona" para os equipamentos.
Idealmente, esse sistema adotaria microformatos, para permitir a integração com diferentes portais e sistemas, e seria desenvolvido com software livre. O fundamental em um sistema desses é ele ser aberto à utilização dos diferentes atores: desde os Centros de Recondicionamento de Computadores do Governo Federal até redes como a MetaReciclagem ou qualquer organização interessada em doar ou receber eletrônicos. O apoio de fabricantes de eletrônicos interessados em ações efetivas de responsabilidade social e ambiental, e talvez ainda mais importante, de empresas de transporte e logística, poderia ser também interessante.
A tetrapak desenvolveu um site chamado Rota de Reciclagem que explora alguns usos interessantes de ferramentas online nesse sentido. O portal voluntariado também usa o CEP para encontrar organizações. E projetos experimentais como o Excambo e o Yscambau se propõem a criar sistemas de agenciamento de trocas:
•http://www.rotadereciclagem.com.br/
•http://www.voluntariado.org.br/
•http://excambo.ourproject.org/
•http://estilingue.sarava.org/moin/Yscambau
Empreendimentos sociais
Além do agenciamento direto de transações entre doadores e destinatários de doações, é possível imaginar também projetos que funcionam como entrepostos (não-comerciais): organizam a logística, recebem doações, realizam as diferentes etapas da triagem e da montagem, e agenciam a demanda de suas respectivas regiões e encaminham o descarte final para a reciclagem efetiva. Além do aspecto operacional, esses espaços também podem funcionar como centros de aprendizado técnico, realizando cursos e oficinas. Adotando um posicionamento de infra-estrutura livre, também é possível pensar em interações com artistas locais ou oferecer os computadores como apoio a projetos locais. Existem grandes empresas que consideram a intermediação de eletrônicus usados uma oportunidade de mercado, mas eu quero acreditar que esse espaço pode ser compartilhado com cooperativas autogeridas e pequenos empreendimentos, com reinvestimento do lucro em projetos sociais. Elas trabalhariam em rede com o sistema de logística distribuída, e poderiam ajudar a dar sustentabilidade e retorno sócio-econômico para os pequenos atores do universo da reciclagem de eletrônicos.
•O projeto de MetaReciclagem em Santo André apoiou a criação de um laboratório na Sacadura Cabral e da Informeta, uma pequena empresa que foi citada em matéria da revista A Rede sobre cooperativas: http://www.arede.inf.br
Triagem e Remanufatura
Existem diferentes configurações possíveis para a triagem de eletrônicos usados, dependendo dos objetivos específicos. Seguindo a lógica dos empreendimentos sociais, é possível pensar em uma etapa inicial de triagem para testar os computadores que ainda estão funcionando (aqueles que é só ligar e inicializam). Os que não passarem nessa fase são então desmontados, e seus componentes separados e testados um a um. Aqueles que não funcionam e não podem ser utilizados de maneira alternativa são então encaminhados - também pelo sistema de logística distribuída - à reciclagem efetiva, sobre a qual eu pretendo falar no próximo texto.
Com um certo volume de doações, qualquer projeto pode criar um banco local de peças para a montagem ou a recuperação de computadores. Também é possível realimentar o sistema de logística distribuída com um inventário de componentes que podem, assim como as doações, ser direcionados para os diferentes projetos que deles necessitem. Aqui mais uma vez se pode pensar no agenciamento através de reputação dentro do sistema, ou também pensar em um mercado de escambo de componentes: um projeto pode listar os componentes que não está usando e em troca pedir as partes de que necessite. Eventualmente, as trocas podem envolver não somente componentes, mas ofertas imateriais como horas de trabalho: design gráfico, fotografias, ilustrações, música, etc. Outra etapa interessante do processo de triagem e remanufatura, quando associado a projetos sociais, é a customização dos computadores reciclados, com pintura dos gabinetes, para tirar o aspecto de equipamento velho e aproximar a tecnologia das pessoas.
E como fazer?
Em última instância, todo este texto é um exercício de criação. Tenho certeza de que deixei de lado um monte de outros aspectos do descarte e do reuso, mas aproveitei para tentar estruturar uma proposta tomando por base um pouco da experiência da MetaReciclagem nesses últimos seis anos. Estamos (o lixoeletronico.org) conversando sobre como tirar essas possibilidades do papel, e de alguma forma criar alternativas ao ciclo compulsivo do consumo e descarte. Aceitamos idéias de como ir adiante com isso tudo.
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Leia também nesta série:
•O ciclo do Lixo Eletrônico - Visão Geral;
•O ciclo do Lixo Eletrônico - 1. Produção e Consumo;
•O ciclo do Lixo Eletrônico - 3. Reciclagem.
Anexo
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O ciclo do Lixo Eletrônico - 2. Descarte e reuso
Uma vez encerrada a etapa inicial de consumo e uso de eletrônicos, ou seja, depois que a pessoa ou organização que comprou determinado equipamento já o usou ao máximo, ainda existe uma série de alternativas antes do efetivo descarte para a reciclagem. Esta parte do texto tem uma grande influência de idéias gradualmente elaboradas dentro do âmbito da Rede MetaReciclagem, mas até hoje não implementadas por diversos motivos. Nesse sentido, é muito mais uma hipótese a ser testada do que uma recomendação prática, e conta com a imprecisão de ser uma história contada por um de seus participantes. Como nas outras partes, aguardo críticas e sugestões. O foco principal aqui é estender a vida útil principalmente de computadores junto com projetos sociais, mas é possível pensar em adaptações dessas propostas para celulares e outros equipamentos.
A rede MetaReciclagem
A sociedade do excesso é também a sociedade do desperdício. A cada ano, entre os milhões de equipamentos eletrônicos que vão para o lixo, literalmente se joga fora a oportunidade de ajudar muita gente. Essa foi uma das influências para a criação da rede MetaReciclagem, e é também a motivação por trás de diversos projetos cujo foco é a reutilização de eletrônicos.
A idéia da MetaReciclagem surgiu na rede, como um dos projetos do Projeto Metá:Fora, em 2002. Depois de debater por algum tempo a idéia de receber doações de computadores usados e remanufaturá-los usando software livre, passamos a contar com o apoio do Agente Cidadão, uma ONG de São Paulo que fazia a coleta, armazenamento e redistribuição de qualquer tipo de doação material (roupas, livros, móveis, e também eletrônicos) para associações comunitárias e outros projetos. Em 2003, houve alguma repercussão da MetaReciclagem na imprensa, e passamos a receber um fluxo quase constante de doações. O Agente Cidadão nos cedeu um espaço - que chamávamos de Galpão - e conseguimos arregimentar um grupo de voluntários que freqüentava o espaço a cada semana. A partir de lá, começamos a construir parcerias com diferentes projetos, e logo percebemos que o que estávamos propondo ia muito além do aspecto operacional da coisa - logística, tratamento e redistribuição. No processo de mobilizar pessoas para colaborar, fazer a triagem e a remanufatura dos computadores e por fim direcioná-los acabamos aprendendo muito sobre os diversos processos envolvidos.
Uma questão fundamental que a MetaReciclagem já tocava naquela época era a questão do aprendizado relacionado à apropriação crítica das tecnologias, incentivando a curiosidade sobre o funcionamento interno das máquinas, quebrando a verdadeiro medo que as pessoas têm de manipular a tecnologia - tomá-la nas mãos, entender as elementaridades dela e propor novas combinações. Uma metáfora bastante significativa nesse sentido é o monolito negro do filme 2001 - Uma odisséia no espaço. Enquanto as pessoas tratarem a tecnologia como uma coisa fechada, cujo funcionamento é misterioso - quase mágico, no mau sentido -, estamos longe de conseguir criar um processo efetivo de apropriação dela.
Com o tempo, tivemos a oportunidade de experimentar diferentes arranjos relacionados ao ciclo do reaproveitamento de eletrônicos: montamos outro laboratório de MetaReciclagem no Parque Escola de Santo André, cuja proposta é ser um espaço em que tudo é reciclado. Nessa época, se aproximou da MetaReciclagem o artista plástico Glauco Paiva, que propôs um nível ainda maior de apropriação com a pintura dos gabinetes dos computadores, e com a montagem de instalações em que ora as peças de um computador eram usadas para outros fins, ora o computador era montado com peças que não faziam parte do universo da informática: cadeiras, latões de lixo e outros. Foi também em Santo André que o Dalton conseguiu fazer pela primeira vez um processo em que integrantes de diferentes cooperativas da cidade vinham ao Parque, aprendiam a montar e usar computadores com GNU/Linux, e ao fim do processo levavam os computadores que haviam montado.
O projeto de MetaReciclagem em Santo André foi encerrado por motivos alheios à nossa vontade, justamente numa fase em que estávamos planejando um ciclo em que cooperativas de catadores de lixo separariam os eletrônicos que encontrassem para direcionar para uma cooperativa de montagem de computadores, que trataria de direcionar as máquinas prontas para diferentes projetos sociais. As peças que não pudessem ser mais recuperadas seriam vendidas para uma das (poucas) empresas que fazem o processo ambientalmente adequado de reciclagem. Tivemos reuniões com o pessoal do Agente Cidadão, que tomaria conta da logística, e de diferentes ONGs e empresas. Podia ter dado certo naquele contexto, mas não estávamos com uma estrutura sustentável de desenvolvimento e ficamos reféns do cenário político local.
Enquanto isso, a MetaReciclagem assumia duas características que a transformariam profundamente. Assumia uma natureza sócio-cultural junto com a questão técnica - o que nos unia não era a mera questão de remanufaturar computadores, mas as diversas possibilidades criativas que acompanhavam o processo de desconstruir e reconstruir as máquinas, usando o software livre como desafio e aprendizado. E desenvolvia-se cada vez mais como rede distribuída e livremente replicável - projetos auto-gestionados e integrados à rede eram criados no Rio de Janeiro, em Arraial d'Ajuda, em Manaus e outras partes. Desenvolvemos uma nomenclatura para definir três níveis de interação: os esporos, laboratórios de referência; as conecTAZes, qualquer mobilização de pessoas para utilizar tecnologia "metareciclada"; e a infralógica, uma camada de ambientes online que serviam para integrar as pessoas e projetos. De certa forma, passava também a tratar da naturalização do conhecimento técnico não como algo alheio ao cotidiano, mas buscando o diálogo com características tipicamente brasileiras como a criatividade e sociabilidade cotidianas, presentes em fenômenos populares como as gambiarras e os mutirões.
Na seqüência disso tudo, alguns de nós começamos a auxiliar na elaboração e implementação de políticas públicas relacionadas à inclusão digital, o que gerou resultados bastante interessantes mas teve como efeito colateral baixar a prioridade do desenvolvimento autônomo da MetaReciclagem. Ao longo dessa época, a integração entre os diferentes projetos foi muitas vezes deixada de lado, face a demandas muito mais urgentes do dia a dia. De qualquer forma, hoje o universo da MetaReciclagem envolve algumas centenas (ou milhares?) de pessoas espalhadas por todo o Brasil. E uma coisa permanece: toda semana chegam mensagens de pessoas que têm equipamentos parados e não sabem o que fazer com eles. Um dos caminhos possíveis para a MetaReciclagem agora é retomar o projeto do ciclo completo que tentamos implementar em Santo André, adicionado de uma estratégia de logística distribuída. Abaixo, eu tento esboçar algumas anotações no sentido de construir uma proposta para fazer frente a essa demanda.
Logística Distribuída
Mesmo com a relativamente pequena quantidade de ações voltadas à sensibilização e conscientização acerca dos benefícios de encaminhar eletrônicos para doação, muitas pessoas já procuram orientação sobre como fazê-lo. Na outra ponta, existem diversas organizações e projetos que poderiam se beneficiar desse tipo de recurso. O que falta é exatamente o meio do caminho: um intermediário que retire as doações, organize-as e entregue para quem precisa. Essa era uma das maiores preocupações do saudoso Adilson Tavares, do Agente Cidadão. Por algum tempo, chegamos a pensar que a MetaReciclagem poderia liderar esse tipo de ação, mas levando em conta a escala em potencial desse tipo de ação, é possível também imaginar um sistema de agenciamento online, independente e geo-referenciado, que permita o cadastro de doadores, intermediários e destinações possíveis. Seria necessário acrescentar um mecanismo de reputação e negociação, de maneira que pessoas e organizações que fizeram doações pudessem verificar o que foi feito com elas, e com isso servir de apoio para o agenciamento de novas doações. Poderia funcionar como uma espécie de feira online, nas bases de sistemas de leilões como o mercado livre, mas sem o aspecto financeiro. Outra idéia presente no Mercado Livre é que a logística é negociada a cada transação: o sistema pode oferecer diversas possibilidades, desde os correios até o eventual agenciamento de pessoas dispostas a dar "uma carona" para os equipamentos.
Idealmente, esse sistema adotaria microformatos, para permitir a integração com diferentes portais e sistemas, e seria desenvolvido com software livre. O fundamental em um sistema desses é ele ser aberto à utilização dos diferentes atores: desde os Centros de Recondicionamento de Computadores do Governo Federal até redes como a MetaReciclagem ou qualquer organização interessada em doar ou receber eletrônicos. O apoio de fabricantes de eletrônicos interessados em ações efetivas de responsabilidade social e ambiental, e talvez ainda mais importante, de empresas de transporte e logística, poderia ser também interessante.
A tetrapak desenvolveu um site chamado Rota de Reciclagem que explora alguns usos interessantes de ferramentas online nesse sentido. O portal voluntariado também usa o CEP para encontrar organizações. E projetos experimentais como o Excambo e o Yscambau se propõem a criar sistemas de agenciamento de trocas:
•http://www.rotadereciclagem.com.br/
•http://www.voluntariado.org.br/
•http://excambo.ourproject.org/
•http://estilingue.sarava.org/moin/Yscambau
Empreendimentos sociais
Além do agenciamento direto de transações entre doadores e destinatários de doações, é possível imaginar também projetos que funcionam como entrepostos (não-comerciais): organizam a logística, recebem doações, realizam as diferentes etapas da triagem e da montagem, e agenciam a demanda de suas respectivas regiões e encaminham o descarte final para a reciclagem efetiva. Além do aspecto operacional, esses espaços também podem funcionar como centros de aprendizado técnico, realizando cursos e oficinas. Adotando um posicionamento de infra-estrutura livre, também é possível pensar em interações com artistas locais ou oferecer os computadores como apoio a projetos locais. Existem grandes empresas que consideram a intermediação de eletrônicus usados uma oportunidade de mercado, mas eu quero acreditar que esse espaço pode ser compartilhado com cooperativas autogeridas e pequenos empreendimentos, com reinvestimento do lucro em projetos sociais. Elas trabalhariam em rede com o sistema de logística distribuída, e poderiam ajudar a dar sustentabilidade e retorno sócio-econômico para os pequenos atores do universo da reciclagem de eletrônicos.
•O projeto de MetaReciclagem em Santo André apoiou a criação de um laboratório na Sacadura Cabral e da Informeta, uma pequena empresa que foi citada em matéria da revista A Rede sobre cooperativas: http://www.arede.inf.br
Triagem e Remanufatura
Existem diferentes configurações possíveis para a triagem de eletrônicos usados, dependendo dos objetivos específicos. Seguindo a lógica dos empreendimentos sociais, é possível pensar em uma etapa inicial de triagem para testar os computadores que ainda estão funcionando (aqueles que é só ligar e inicializam). Os que não passarem nessa fase são então desmontados, e seus componentes separados e testados um a um. Aqueles que não funcionam e não podem ser utilizados de maneira alternativa são então encaminhados - também pelo sistema de logística distribuída - à reciclagem efetiva, sobre a qual eu pretendo falar no próximo texto.
Com um certo volume de doações, qualquer projeto pode criar um banco local de peças para a montagem ou a recuperação de computadores. Também é possível realimentar o sistema de logística distribuída com um inventário de componentes que podem, assim como as doações, ser direcionados para os diferentes projetos que deles necessitem. Aqui mais uma vez se pode pensar no agenciamento através de reputação dentro do sistema, ou também pensar em um mercado de escambo de componentes: um projeto pode listar os componentes que não está usando e em troca pedir as partes de que necessite. Eventualmente, as trocas podem envolver não somente componentes, mas ofertas imateriais como horas de trabalho: design gráfico, fotografias, ilustrações, música, etc. Outra etapa interessante do processo de triagem e remanufatura, quando associado a projetos sociais, é a customização dos computadores reciclados, com pintura dos gabinetes, para tirar o aspecto de equipamento velho e aproximar a tecnologia das pessoas.
E como fazer?
Em última instância, todo este texto é um exercício de criação. Tenho certeza de que deixei de lado um monte de outros aspectos do descarte e do reuso, mas aproveitei para tentar estruturar uma proposta tomando por base um pouco da experiência da MetaReciclagem nesses últimos seis anos. Estamos (o lixoeletronico.org) conversando sobre como tirar essas possibilidades do papel, e de alguma forma criar alternativas ao ciclo compulsivo do consumo e descarte. Aceitamos idéias de como ir adiante com isso tudo.
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Leia também nesta série:
•O ciclo do Lixo Eletrônico - Visão Geral;
•O ciclo do Lixo Eletrônico - 1. Produção e Consumo;
•O ciclo do Lixo Eletrônico - 3. Reciclagem.
Anexo
descarte do lixo
Indústria de plástico assina plano de ação para evitar descarte de lixo nos oceanos
Lydia Cintra 24 de novembro de 2011
Líderes da indústria mundial de plástico se reuniram em Dubai na última semana para a criação de um plano global de ações para o problema do descarte de lixo nos oceanos. O movimento que integra os vários países em torno da causa declara que “o lixo oceânico não tem fronteiras geográficas ou políticas”, por isso a solução deve ser discutida internacionalmente.
As preocupações relacionadas ao lixo marinho, no entanto, abrangem outros setores do mercado, já que a quantidade de objetos como garrafas de vidro e latas de metal também é preocupante.
No caso da indústria de plástico, a proposta é criar formas eficientes e inteligentes para que os resíduos não cheguem ao ambiente marinho (como aproveitar o valor que o plástico tem mesmo após usado). Segundo a United Nations Environmental Program, cerca de 70% do lixo marinho vai para o fundo do oceano, ou seja, não fica visível na superfície – por isso, prevenir é melhor do que tentar remediar.
A indústria mundial de plásticos também apoia o trabalho da GESAMP (The Joint Group of Experts on the Scientific Aspects of Marine Environmental Protection), conselho da ONU para assuntos relacionados à proteção do ambiente marinho.
A Declaration for Solutions on Marine Litter foi adotada por 54 indústrias até agora e as ações começarão a entrar em vigor em 2012. Segundo o documento, os países têm alguns compromissos como contribuir para soluções com parcerias público-privadas que tenham como objetivo a prevenção de descarte de detritos no mar, trabalhar junto com a comunidade científica para entender e avaliar melhor os impactos e soluções para o problema, promover a aplicação de leis existentes para prevenir o lixo marinho e trabalhar para recuperar mais produtos plásticos para reciclagem.
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lixo marinho
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Receba a SUPER todo mês na sua porta
Lydia Cintra 24 de novembro de 2011
Líderes da indústria mundial de plástico se reuniram em Dubai na última semana para a criação de um plano global de ações para o problema do descarte de lixo nos oceanos. O movimento que integra os vários países em torno da causa declara que “o lixo oceânico não tem fronteiras geográficas ou políticas”, por isso a solução deve ser discutida internacionalmente.
As preocupações relacionadas ao lixo marinho, no entanto, abrangem outros setores do mercado, já que a quantidade de objetos como garrafas de vidro e latas de metal também é preocupante.
No caso da indústria de plástico, a proposta é criar formas eficientes e inteligentes para que os resíduos não cheguem ao ambiente marinho (como aproveitar o valor que o plástico tem mesmo após usado). Segundo a United Nations Environmental Program, cerca de 70% do lixo marinho vai para o fundo do oceano, ou seja, não fica visível na superfície – por isso, prevenir é melhor do que tentar remediar.
A indústria mundial de plásticos também apoia o trabalho da GESAMP (The Joint Group of Experts on the Scientific Aspects of Marine Environmental Protection), conselho da ONU para assuntos relacionados à proteção do ambiente marinho.
A Declaration for Solutions on Marine Litter foi adotada por 54 indústrias até agora e as ações começarão a entrar em vigor em 2012. Segundo o documento, os países têm alguns compromissos como contribuir para soluções com parcerias público-privadas que tenham como objetivo a prevenção de descarte de detritos no mar, trabalhar junto com a comunidade científica para entender e avaliar melhor os impactos e soluções para o problema, promover a aplicação de leis existentes para prevenir o lixo marinho e trabalhar para recuperar mais produtos plásticos para reciclagem.
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descarte do sofá
O que fazer com seu lixo eletrônico? E o sofá velho?3
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Olá viajantes!
Sei, sei. O post foge um pouco do tema viagens… mas nem só de viagens vivemos, como vocês já devem ter percebido! rs
É coisa rápida: estava “viajando” na internet e achei dois links que podem ser um tanto úteis. Um é o E-lixo, que é um projeto da Secretaria do Meio Ambiente do estado de São Paulo em parceria com o Instituto Sérgio Mottas, que indica locais de coleta para aparelhos eletrônicos, baterias, pilhas e toda essa coisa velha que você não sabe onde por, mas sabe que não pode jogar no lixo comum (aquele que o lixeiro leva). O outro link é o dos Ecopontos, que são locais criados pela prefeitura da cidade de São Paulo, onde devem ser descartados pequenos volumes de entulho, móveis (tipo SOFÁS, né?!) e recicláveis.
Bom ter essas informações, né? Podem ser úteis uma hora ou outra
Abraços e até!!!
p.s.: vou colocar os links aí do lado >>
Gostar disso:GostoSeja o primeiro a gostar disso post. Tags:CARBONO NEUTRO, Meio Ambiente, Post Eco!, Recicl
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É coisa rápida: estava “viajando” na internet e achei dois links que podem ser um tanto úteis. Um é o E-lixo, que é um projeto da Secretaria do Meio Ambiente do estado de São Paulo em parceria com o Instituto Sérgio Mottas, que indica locais de coleta para aparelhos eletrônicos, baterias, pilhas e toda essa coisa velha que você não sabe onde por, mas sabe que não pode jogar no lixo comum (aquele que o lixeiro leva). O outro link é o dos Ecopontos, que são locais criados pela prefeitura da cidade de São Paulo, onde devem ser descartados pequenos volumes de entulho, móveis (tipo SOFÁS, né?!) e recicláveis.
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sábado, 21 de janeiro de 2012
diet e light
Mostrando postagens com marcador sucos diet e lights. Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador sucos diet e lights. Mostrar todas as postagensReceitas para incluir em uma dieta
Postado por Meninas de Pantufa
domingo, 17 de outubro de 2010
Marcadores: dieta, receitas light, sucos diet e lights
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domingo, 17 de outubro de 2010
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suco diet e light
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domingo, 17 de outubro de 2010
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tabela de calorias
Tabela de calorias dos alimentos
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domingo, 10 de maio de 2009
Marcadores: dicas, dieta, emagrecer, tabela de calorias
Tipo Descricão Média g/mL calorias
Postado por Meninas de Pantufa
domingo, 10 de maio de 2009
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Alimentos que previnem rugas
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Postado por Meninas de Pantufa
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Marcadores: alimentação saudável, cacau, castanha-do-pará, cuidados com a pele, cuidados com o corpo, iogurte, soja
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
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